Finalmente... Depois de muita discussão a CBF resolve unificar os títulos nacionais até então ignorados. Muitos sites esportivos e redes de mídia dão destaque a noticia nesta semana, a principal delas a Rede Globo e a Globo.com
A Taça Brasil disputada de 1959 a 68 e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, também conhecido como Taça de Prata, que foi de 1967 a 70, eram os campeonatos nacionais até serem substituídos pelo campeonato brasileiro, que ganhou esse nome a partir de 1971 e segue até os dias de hoje.
Na lista de títulos dessas duas competições antecessoras ao brasileirão estão:
Taça Brasil
1959 – Bahia
1960 – Palmeiras
1961 – Santos
1962 – Santos
1963 – Santos
1964 – Santos
1965 – Santos
1966 – Cruzeiro
1967 – Palmeiras
1968 – Botafogo
Torneio Roberto Gomes Pedrosa / Taça de Prata
1967 – Palmeiras
1968 – Santos
1969 – Palmeiras
1970 – Fluminense
Com a unificação desses títulos o quadro de campeões muda radicalmente, os até então líderes em títulos São Paulo(6) e Flamengo(6) perdem o posto para Palmeiras(8) e Santos(8). O time da Vila Belmiro deve ser o principal beneficiado pela eminente unificação dos títulos nacionais. Além do Santos, que passa de duas para oito conquistas, sobem no ranking o Palmeiras, antes tetra e agora também octacampeão, o Fluminense – de bi para tri – e Bahia, Botafogo e Cruzeiro – que ganharam uma taça e viraram bi. veja como ficará:
8 Palmeiras
8 Santos
6 São paulo
6 Flamengo
4 Corinthians
4 Vasco
3 Inter
3 Fluminense
2 Grêmio
2 Botafogo
2 Bahia
2 Cruzeiro
1 Atlético - MG
1 Atlético - PR
1 Coritiba
1 Guarani
1 Sport
E preciso resaltar que o reconhecimento desses títulos não só devolve a memória do Futebol como também reconhece o Rei Pelé como um dos maiores vencedores de campeonatos nacionais com seis conquistados. Além de Pelé, idolos como Tostão e Garrincha – ex-Cruzeiro e Botafogo, respectivamente - nunca haviam sido campeões brasileiros.
Em tempo: E o Internacional, o que aconteceu? Futebol se ganha em campo, mas ao menos chegou no Mundial, embora alguns achariam melhor nem ter ido, se era para ser assim!
Um grande abraço!
Cláudio Albano